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domingo, 13 de dezembro de 2009

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

eu não tenho medo da morte, eu tenho medo é da sorte sendo tão boa me trazendo você (Cáh Morandi)


 

Há tantos amores na vida se cumprindo E o nosso, em tuas mãos padecendo. (...) Cáh Morandi


 

pelas saudades que virão nesse poema eu faço um apertado abraço para os dias de solidão Cáh Morandi


 

muito tempo para pensar faz a gente amar ou desamar além da conta" Cáh Morandi


 

Saudade é só uma forma De sentir o amor pelo avesso (Cáh Morandi )


 
Carine Letícia Morandi, filha de Noemia Firmino de Brum e de Laudir Morandi nasceu em 14 de agosto de 1987 na cidade de Santa Izabel do Oeste, Paraná. No ano de 1994 muda-se com a família para a cidade de Navegantes, Santa Catarina, onde reside até os dias atuais.
Conclui o ensino médio no ano de 2004, onde logo em seguida, no ano de 2005 ingressa no curso de Administração de Empresas.
Apaixonada pelas palavras desde cedo, começou seus primeiros escritos ainda na pré-adolescência, sua paixão só aumentou com o passar dos tempos. A maioria de suas poesias tem como inspiração, seus amores, suas razões, sua vida cotidiana, onde em um simples pedaço de papel ou guardanapo inicia, muitas vezes, o que considera as suas melhores criações.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

(Dolandmay) Walter Silva "...E que o Amor seja a fonte de toda a Inspiração!"














DOLANDMAY [WALTER SILVA]
Homem com a alma de poeta e sonhador, retrata em seus escritos [sonetos, poesias, poemas, etc.] o sentimento mais sublime: o amor. Escreve com a alma, o coração e a mente, levado pela inspiração e pela razão, demonstra ser realista, embora movido pelos sentimentos, excelente amigo, fiel, ama a justiça, é respeitado e sabe respeitar a todos.
DOLANDMAY Mostra como é interiormente. Revela como pensa, sente e age. Seu desejo íntimo da alma, o seu "eu interior", suas esperanças, sonhos, ideais, motivações.
Muito atencioso, e apegado à família possui um senso maternal muito forte, é o tipo de pessoa que gosta de se sentir útil e necessário, com isso chega a assumir mais responsabilidades do que realmente pode suportar. Não costuma voltar atrás em suas palavras.
Confiança e lealdade é o que se pode esperar da sua personalidade.
Alguém que não admite superficialidade e covardia.
Muito produtivo e eficiente, faz de sua bandeira a prudência e a disciplina.
Com os pés no chão, não se deixa levar por nada que se mostre leviano ou propostas sedutoras demais.
Pontual e responsável com seus compromissos, demonstra sempre uma grande estabilidade, fator que o faz respeitável por aqueles que o conhecem.
Não deixa nada por acabar e respeita todos os regulamentos, por isso muitas vezes é considerado conservador.
Bom senso e discrição são marcas de alguém que leva a sério seus relacionamentos pessoais e profissionais.
Sabe como intermediar nos relacionamentos e trabalha muito bem em parceria.

ASPECTOS POSITIVOS DE DOLANDMAY: Confiança, riqueza, estabilidade, liderança, domínio da inteligência e da razão sobre a emoção, aponta para a Sabedoria, para a ordem divina, a lei, e o poder da reflexão.

NO EMOCIONAL APRESENTA: Sentimentos poderosos, afetos sólidos, sem cair em sentimentalismos.

SUA MARCA NO MUNDO:
DISCIPLINA, PRATICIDADE, LEALDADE, CONFIABILIDADE, GOSTO PELO TRABALHO, SOLIDEZ E EFICIÊNCIA.

Esther Gonçalves

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Cora Coralina A Ana que virou Cora e foi rejeitada pela cidade, criou asas e ganhou fama.

Assim eu vejo a vida

A vida tem duas faces:
Positiva e negativa
O passado foi duro
mas deixou o seu legado
Saber viver é a grande sabedoria
Que eu possa dignificar
Minha condição de mulher,
Aceitar suas limitações
E me fazer pedra de segurança
dos valores que vão desmoronando.
Nasci em tempos rudes
Aceitei contradições
lutas e pedras
como lições de vida
e delas me sirvo
Aprendi a viver.

Cora Coralina



Este é um poema de amor
tão meigo, tão terno, tão teu...
É uma oferenda aos teus momentos
de luta e de brisa e de céu...
E eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Mas se isso não acontecer,
não importa.
Já está declarado e estampado
nas linhas e entrelinhas
deste pequeno poema,
o verso;
o tão famoso e inesperado verso que
te deixará pasmo, surpreso, perplexo...
eu te amo, perdoa-me, eu te amo...


"Poeminha Amoroso"
Cora Coralina



Não é o poeta que cria a poesia.
E sim, a poesia que condiciona o poeta. 


Cora Coralina 


Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura... Enquanto durar
Cora Coralina



"Versos... não Poesia... 
não um modo diferente de contar velhas histórias"

(Poema Ressalva , extraído do livro Poemas dos Becos de Goiás e estórias mais )



Cora Coralina (Ana Lins do Guimarães Peixoto Brêtas), 20/08/1889 — 10/04/1985, é a grande poetisa do Estado de Goiás.
Virou Cora aos 15 anos, o pseudônimo uma exigência para disfarçar a escritora, que moça prendada e casadoira não perdia tempo com manuscritos. Cora, derivativo de coração, identidade que a diferenciava de tantas Anas da cidade, batizadas todas em homenagem à santa padroeira. Coralina ainda demorou algum tempo, surgiu depois, soma perfeita de sonoridade e tradução literária. Cora Coralina, coração vermelho, gostava de contar. 

Escrevia com afã, no impulso, sobre qualquer papel que lhe caísse às mãos. Escrevia em bordas de jornais, em meio a cartões postais, em envelopes de cartas, em rústicos papéis de embrulhar pão. Se a inspiração transbordasse, desprezava os limites, ia desenhando letras pelos cantos, nas entrelinhas, subia e descia até que se extingüisse o desejo de expressão. Se tivesse tempo, passava a limpo, em cadernos caprichados ou em blocos de carta. Caso contrário, ficavam por ali, esquecidos em meio a livros, recortes, folhetos. Perdidos nos guardados..
Publicou seu primeiro livro aos 75 anos de idade. Ficou famosa principalmente quando suas obras chegaram até as mãos de Carlos Drummond de Andrade, quando ela tinha quase 90 anos de idade.
Carlos Drummond de Andrade, surpreendido com a obra de Cora, escreveu-lhe em 1979: "(...) Admiro e amo você como a alguém que vive em estado de graça com a poesia. Seu livro é um encanto, seu lirismo tem a força e a delicadezadas coisas naturais (...)".
Cora Coralina faleceu em Goiânia a 10 de abril de 1985. Logo após sua morte, seus amigos e parentes uniram-se para criar a Casa de Coralina, que mantém um museu com objetos da escritora. 
 
Obras Poéticas:

Cidade de Santos

Considerações de Aninha

Eu Voltarei

Mãe

O Cântico da Terra

O Passado...

Todas as Vidas

Velho Sobrado