A poesia de Fabrício Carpinejar, ou simplesmente Carpinejar, é magma puro em forma de nuvens. “Escrevo para ser reescrito,/ Ando no armazém da neblina, tenso,/ sob ameaça do sol./ Masco folhas, provando o ar, a terra lavada./ Depois de morto, tudo pode ser lido.” (fragmento de “Ouvidos de Orvalho”, do livro Biografia de Uma Árvore). Parece, às vezes, o encontro da violência de Raduan Nassar com a leveza quase etérea de Cecília Meireles. E também parece querer nos tirar do automatismo diário, daquilo que julgamos ser vida.
DE ESTRELA MICHELIN À GASTRONOMIA SOCIAL: A ARTE, A MÚSICA E O IMPACTO
HUMANO DE MASSIMO BOTTURA
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[image: Imagem do Chef de cosinha, Massimo Bottura]
Massimo Bottura
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Você já imaginou um dos chefs mais premiados do mundo i...
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